PROGRAMAÇÃO POÇOS É JAZZ 2018

“Literatura e Jazz lado a lado”

Todas as atividades são gratuitas na área externa da Urca.



. 12h - Abertura Bar Kombi Loren Truck Beer e Dogueria Brasil
. 14h – Show Le Duet – Indie Music
. 15h – Discotecagem com Thesco, com muito Jazz, Soul e Groove.
. 16h – Literatura Jazz Fotografia e Cinema – Bate papo com o fotógrafo e escritor Sérgio Poroger.
. 17h – Show Le Duet – Mais Indie Music
. 19h – Abertura da Exposição Fotográfica “Cenas on Movies” do fotógrafo Sérgio Poroger - Salão Sul da Urca
. 20h30 – Show Master com Pipoquinha – Pela primeira vez em Poços de Caldas, um dos maiores fenômenos da música instrumental brasileira de reconhecimento internacional. Ao lado do pianista e compositor Felipe Silveira, o show inédito em Poços de Caldas, vai contar com os melhores arranjos jazzísticos norte-americanos sob a influência majestosa da MPB.
. 21h30 - Lançamento Inédito do Espetáculo Teatral Abulia com Jesuane Salvador e Selma Mistura - no Teatro Benigno Gaiga



. 11h - Abertura Bar Kombi Loren Truck Beer e Dogueria Brasil
. 14h – Estação do Jazz Jam Session – Grande Encontro dos Músicos do Festival com todos os músicos que quiserem participar. Traga seu instrumento e chega mais!
. 19h – Segunda Apresentação do Espetáculo Teatral Abulia com Jesuane Salvador e Selma Mistura. No Teatro Benigno Gaiga.


Atividades Paralelas
Vila Mosconi
Feira da Caveira
- Bijuteria e Brechó de roupas de Rock.
Azuneca-plaquinhas e imãs decorativos / Calendula Artesanatos
Ateliê Carol Negrão - Confeitaria Afetiva
Eduardo Biju
Arquivo Musical


Sorteios sensacionais no sábado e no domingo:
. Com oferecimento da Gianinni: um violão, uma guitarra, um pedal e um jogo de cordas
. Com oferecimento da CapCase: dez Cases de Pedais

 

SAIBA MAIS SOBRE AS ATRAÇÕES
SOBRE O LE DUET
O Le Duet é uma dupla musical formada há 4 anos por dois amigos que participavam da cena autoral poços-caldense. Com estilo próprio e somente com percussão, voz e violão, a dupla embala o verdadeiro Indie Rock com um jeito exclusivo e envolvente. Misturam no repertório covers de artistas nacionais e internacionais, mesclando vertentes do rock progressivo à MPB, do Folk, e claro, do próprio Indie Music que caracteriza a dupla como os principais representantes desse estilo na cena musical de Poços de Caldas. 

Sérgio Poroger suas viagens aos Estados Unidos lhe renderam bons papos e ótimas fotografias. Dessa vez, ele volta aos EUA para investigar a relação entre o homem moderno e as imagens técnicas, com foco principalmente no cinema. Autógrafos do Livro Cold Hot e também lançamento do novo projeto de cinema – Cenas On Movies.

SOBRE A EXPOSIÇÃO

Esta exposição reúne alguns quadros da primeira fase do projeto Cenas on Movies, recentemente desenvolvido no estado de Nova York, Delaware, Virgínia, Carolina do Norte, Carolina do Sul, Geórgia e Flórida. Cinemas de rua, luzes de néon, drive-ins, locações de filmes clássicos e personagens entrelaçados com a magia encontrada em cada cinema, como vendedores de pipoca, agentes de ingressos, projetistas e contínuos são capturados pelas lentes de Poroger ao converter o cinema de volta uma imagem parada mais de 120 anos depois que a humanidade experimentou pela primeira vez a emoção de se ver projetada na tela grande. As imagens em exibição especulam sobre um possível ponto em que a contemplação dos instantes fotográficos se encontra com a mis-en-scène cinematográfica.

SOBRE O PIPOQUINHA
Com apenas 22 anos, Michel Pipoquinha como é conhecido, nasceu em Limoeiro do Norte, Ceará. Seu primeiro contato com a musica foi com o violão através de seu pai. Em 2008 conheceu Arthur Maia que além de grande amigo viria ser personagem com papel fundamental em sua vida artística. Em 2012, apresentou-se pela America Latina com o BR Trio. No Festival Rio das Ostras, em 2013, teve a felicidade de conhecer os ídolos Victor Wooten e Stanley Clarke, que o reconheceu como grande revelação e grande talento da música Brasileira com citações em entrevistas e matérias, como na Revista Bass Player. Em 2015 foi convidado a participar do programa We`ve got a Talent, onde apresentou temas do seu primeiro disco ao lado da renomada Big Band WDR, na Alemanha. Conheceu ainda Jacob Collier, musico americano, também com grande talento precoce. Em 2016, de volta a Europa, se apresentou em Duo com o violonista Cainã Cavalcante no Festival Rigas Ritmi, na Letonia. A grande surpresa dessa turnê foi o encontro com Romero Lubambo, onde se conheceram e tocaram juntos. Em 2017 formou o Trio Seu Domingos, como homenagem a Dominguinhos, com o acordeonista Mestrinho e o baterista Alex Buck, também com a intenção de fortalecer a musica brasileira, em especial o forró. Nesse mesmo ano embarcaram para Grahamstown - Africa do Sul, para shows. Michael Pipoquinha acaba de lançar seu segundo álbum, intitulado LUA, homenagem à Maria Lua, sua filha, o disco foi dirigido pelo próprio Michael e produzido por Sandro Haick, com temas autorais e conta com a participação mais que especial de Yamandu Costa e Toninho Horta, que compôs um belo tema especialmente para o disco. O Disco LUA foi lançado no Brasil e na Europa.

SOBRE O FELIPE SILVEIRA
Felipe Silveira é pianista e intérprete, professor, arranjador e compositor, natural de Campinas – SP. Músico profissional há mais de 15 anos, estudou música popular com Jaime Barbosa. Tocou ao lado dos ilustres Hector Costita, Lito Robledo, Fernando Merlino, Thiago do Espírito Santo, Teco Cardoso, Toninho Ferragutti, Bob Wyatt, Michael Waldrop, David Spencer entre outros. No Poços É Jazz a dupla apresenta o que há de melhor do jazz instrumental e técnicas inconfundíveis.

SOBRE ABULIA
Com texto produzido a partir do curso de dramaturgia da séria SP Escola de Teatro, “Abulia” conta a história de uma mulher de 50 e poucos anos, que vive sozinha em um minúsculo apartamento de uma metrópole. O som ensurdecedor do metrô, os diálogos surdos de elevadores e o cansaço de uma vida dedicada a um trabalho que despreza acabam por conduzi-la a um estado psíquico limite. No espetáculo, o público é convidado a adentrar suas reflexões, sonhos e questionamentos, demasiadamente humanos e por isso, de todos nós. Com recortes de cenas do Cineasta Ingmar Bergman – que completa seu centenário em 2018 - de Macbeth, de Shakespeare e canções de Nina Simone, o espetáculo propõe um mergulho na vida de uma pessoa comum, mas de olhar introspectivo e profundo. Catarina é, como tantos anônimos, uma mulher repleta de sonhos roubados pela vida moderna. Com dramaturgia de Jesuane Salvador, “Abulia” apresenta um monólogo-musical intrigante, que desnuda questões profundas e psicológicas. Entre canções da visceral jazzista Nina Simone, executadas ao vivo, o espetáculo convida o público a desfrutar de uma noite na companhia de Catarina em um apartamento medíocre, localizado no centro de uma metrópole.